Recuso-me a dar o braço a torcer...
A deixar a nu tudo o que fizeste sofrer.
Recuso-me a aceitar. Recuso-me a ver.
Sei que sonhei, pintei, inventei.
Ainda assim custa a crer que depois de tudo o que me foste capaz de dizer, isto fosse acontecer.
A ingenuidade é minha, toda a confiança que eu tinha.
Se calhar precisava de aprender, de crescer.
Mas tinha que ser com tanta dor?
Só assim se aprende o que é o amor?
Não percebo, não quero perceber.
Será que sabes o que me fizeste sofrer?
Mas quem é que ficou a perder? Acho que nunca vou saber...
poema por: Inês
postado por: Marta
Seja responsável, beba com moderação, depois não se queixe se não passar no balão...