nao ca tenho vindo... é de proposito. tenho-me lembrado e renunciado este "sitio". nao tenho tido paciencia.
se este blog foi feito com o intuito do sucesso, ja nao tenho essa aspiração, nao tenho nenhuma, alias. nao tenho destino para este blog senao escrever o que ninguem quer ler, e tira-lo de cima de mim, para uma morada electronica que nao interessa a ninguem. tiro estas palavras para me livrar delas, porque elas me magoam, e ficam perdidas na net, onde nao sao de ninguem. a net é um deserto, uma terra sem dono.
posso nao estar a fazer sentido, se estou, é estranho... nao é suposto eu fazer sentido, nao disse nada concreto, quase posso dizer que nao disse nada real, porque nao é aquilo que eu sinto, é apenas uma aproximaçao: o que eu sinto é tao mais complexo. sinto-me um caco, estou perdida, mas nada sozinha, tenho tato apoio! e mesmo assim, nao tenho quem mais devia ter agora. nunca tinha sido afectada pela morte de ninguem, e so quero fechar-me, mesmo nao tendo nada a ver com a questao. sinto-me pesada, mas esvaziei a minha cabeça. hoje, cresci. cresci mais um bocado, porque é nestas alturas que se cresce. cresci mais do q eu penso e mais do que alguma vez alguem notará. nao escrevi isto para ninguem ler, escrevi-o proque quero, porque preciso.
tenho medo. é ridiculo. tenho tanto medo.
esta frio.
Inês